1. Conheça o seu público
Quais jogos têm mais jogadores na sua cidade? Visite eventos, grupos e outras lojas. O público de Pokémon, de Magic e de One Piece compra de jeitos diferentes.
2. Ponto físico, on-line ou os dois
- Ponto físico: permite eventos e cria comunidade; tem custo fixo maior.
- On-line: custo menor; depende de anúncio, frete e reputação.
- Os dois: é o caminho mais comum. O estoque precisa ser um só, para não vender a mesma carta duas vezes. No MindTCG, toda venda baixa o mesmo estoque, e a MindTCG Shop é uma vitrine pública onde colecionadores encontram a carta nas lojas participantes.
3. Estoque inicial: selado e avulsa
Comece pelo selado dos jogos com mais procura e por cartas avulsas que giram: staples de torneio e cartas populares. Evite começar com muitas cartas caras paradas.
4. Fornecedores e distribuidoras
Converse com as distribuidoras oficiais dos jogos que você vai vender. Pergunte sobre pedido mínimo, pré-venda e prazos.
5. Formalização, nota fiscal e contador
Antes de abrir, converse com um contador sobre a forma de abrir a empresa, o enquadramento e a emissão de nota fiscal. Para emitir nota, a loja normalmente precisa de certificado digital e de credenciamento na SEFAZ do estado. Veja também nota fiscal para loja de card game.
6. Eventos desde o primeiro mês
Um torneio semanal é a forma mais barata de trazer gente para a loja. Veja como organizar liga e torneios.
7. Controle desde o primeiro dia
Planilha funciona nas primeiras semanas, mas carta avulsa por versão, troca, leilão e cobrança crescem rápido. Escolher o sistema cedo evita migrar tudo depois. Veja como escolher um sistema para loja de card game.





