1. O estoque separa a carta por versão?
Idioma, condição e acabamento mudam o preço. Se o sistema só tem "produto e quantidade", você vai vender a versão errada. Peça para ver duas versões da mesma carta com preços diferentes.
2. Ele sabe o custo de cada carta?
Carta vem de compra, de booster aberto, de troca e de compra de coleção. Sem custo por versão, não dá para saber o lucro.
3. Como ele trata a troca?
Na troca, a loja aplica deságio e o cliente fica com crédito. Veja se o crédito fica na ficha do cliente e se a carta entra no estoque com custo. E se a mesma venda aceita pagamento misto: Pix, cartão, dinheiro, crédito e carta em troca juntos.
4. Leilão, rodada e Break são nativos?
Se o leilão continuar no caderno, a cobrança continua no grupo. Pergunte se o sistema reserva as cartas e vincula cada arremate a um cliente.
5. O cliente tem uma "coleção" na loja?
Lojas de card game guardam cartas pagas e a pagar dos clientes. Veja se o sistema mostra isso por cliente, com a origem de cada carta.
6. A cobrança sai pronta?
Quem deve, quanto e desde quando. E um jeito rápido de avisar pelo WhatsApp e dar baixa quando o cliente paga.
7. A nota fiscal sai da venda?
Se for preciso redigitar a venda em outro programa, a nota atrasa. Confira se sai NFC-e no balcão e NF-e para outro estado, e se o contador participa da configuração.
8. Funciona no celular, sem instalar?
Leilão, torneio e entrega acontecem longe do computador. O sistema precisa funcionar bem no celular.
9. Os dados são seus?
Pergunte se dá para exportar tudo, a qualquer momento, em planilha, e se existe backup automático todo dia, sem depender de alguém lembrar.
10. Quem atende quando dá problema?
Prefira suporte direto com quem faz o sistema, e veja com que frequência ele é atualizado.





